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segunda-feira, 10 de junho de 2013

Acender a Luz


Quando os jesuítas começaram a sua missão em algumas regiões do extremo oriente, como era de costume, eles tentavam converter o máximo possível de pessoas ao cristianismo.

Certo dia, um Jesuíta começou a pregar na Índia, fazendo seu sermão habitual. Ele afirmava que todos deviam seguir o cristianismo, pois só assim Deus iria nos ajudar e nos dar a graça divina.

Um indiano, praticante de sadhana (exercícios espirituais) acompanhava todo o discurso do jesuíta atentamente. O Jesuíta olhou para ele e disse:

- Você! Que parece estar prestando muita atenção no que eu digo. Chegou a hora de receber a graça de Deus e se converter ao cristianismo.

O indiano olhou para o missionário e disse:

- Pelo que observo, acho que essa é a principal diferença entre as religiões ocidentais cristãs e as filosofias do oriente.

- Qual é a diferença? Perguntou o Jesuíta.

O indiano respondeu:

- A grande diferença é simples: No cristianismo vocês acreditam que Jesus ou Deus virão nos ajudar, nos carregar no colo ou nos conceder alguma graça. O céu virá a Terra para nos dar algo, basta acreditar. Nós somos o contrário: acreditamos que quanto menos suportes, muletas e refúgios tivermos, melhor estaremos. Em nossas práticas, o objetivo é renunciar a tudo o que nos prende, não cultivar expectativas de nada nem de ninguém, e assim nos desnudar de todos os apegos, ilusões e correntes. Dessa forma, quando alguém se desfaz de tudo e só sobra ele mesmo, em estado puro, nossa essência começa a brilhar. É a diferença entre receber a luz ou acender a sua própria luz. Embora em algumas raras situações seja bom receber a luz, nós acreditamos em acender a nossa luminosidade interior, e não recebê-la de fora.

Autor: Hugo Lapa

sábado, 1 de junho de 2013

SEGURANDO UM AO OUTRO




A sobrecarregada enfermeira viu o jovem entrar no quarto e, inclinando-se, disse alto ao idoso paciente, - Seu filho está aqui.

Com grande esforço, ele abriu os olhos e, a seguir, fechou-os outra vez.
O jovem apertou a envelhecida mão e sentou-se ao lado da cama.
Por toda a noite, ficou sentado ali, segurando a mão e sussurrando palavras de conforto ao velho homem.

À luz da manhã, o paciente tinha morrido. Em instantes, a equipe de funcionários do hospital encheu o quarto para desligar as máquinas e remover as agulhas. A enfermeira aproximou-se do jovem e começou a oferecer-lhe condolências, mas ele a interrompeu.
- Quem era esse homem? Perguntou.

Assustada, a enfermeira respondeu,
- Eu achei que era seu pai!
- Não. Não era meu pai, - respondeu o jovem - Eu nunca o vi antes em minha vida.
- Então, porque você não falou nada quando lhe anunciei para ele?
- Eu percebi que ele precisava do filho e o filho não estava aqui. -
O jovem explicou - E como ele estava por demais doente para
reconhecer que eu não era seu filho, eu vi que ele precisava de mim.

Madre Teresa costumava nos lembrar que ninguém tem que morrer sozinho. Do mesmo modo, ninguém deve se afligir sozinho ou chorar sozinho. Ou rir sozinho ou celebrar sozinho.

Nós fomos feitos para viajar de mãos dadas através da jornada da vida. Há alguém pronto para segurar a sua mão hoje. E há alguém esperando que você segure a dele. 


do blog: http://associacaoespiritafraternidade.blogspot.com.br/

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Bom senso...


Não se detenha em desvendar mistérios.....há verdades que ainda não somos capazes de entender.... apenas siga o que diz o coração, mas nunca se esqueça de levar o cérebro junto......rsrsrsss

Elzinha Coelho

domingo, 28 de abril de 2013

Fato


A lei da mente é implacável.

O que você pensa, você cria,

O que você sente, você atrai,

O que você acredita torna-se

 REALIDADE.


BUDA

sábado, 13 de abril de 2013

Aceitação



A dor é ação necessária ao desenvolvimento da vida.

Fugir dela é escapismo.


Rebelar-se é agravar a própria situação.


Transferi-la para outrem é crueldade.


Ignorá-la é indiferença.


Queixarmo-nos é imaturidade.


Exagerá-la é perturbar o ambiente em que se vive.


Exibi-la, no intuito de provocar a compaixão alheia, é explorar-lhe negativamente os 


benefícios.

Espalhá-la é ferir aos que nos cercam.


Diante da dor que nos procure, examinemo-la, no íntimo de nossas próprias almas, e, se 


reconhecermos que ela vem com motivos justos, aceitemo-la com paciência, 

aproveitando-lhe os ensinos.

E admitindo-a em nós e conosco, retifiquemo-nos em tudo aquilo de que tenhamos 

necessidade de corrigenda, a fim de que possamos melhorar-nos, para colaborar na 

construção do Amanhã Melhor.


(De “Espera Servindo”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel)

sexta-feira, 12 de abril de 2013

OS TORMENTOS VOLUNTÁRIOS


O Evangelho Segundo o Espiritismo


 
Os tormentos voluntários
Vive o homem incessantemente em busca da felicidade, que também incessantemente lhe foge, porque felicidade sem mescla não se encontra na Terra. Entretanto, mau grado às vicissitudes que formam o cortejo inevitável da vida terrena, poderia ele, pelo menos, gozar de relativa felicidade, se não a procurasse nas coisas perecíveis e sujeitas às mesmas vicissitudes, isto é, nos gozos materiais em vez de a procurar nos gozos da alma, que são um prelibar dos gozos celestes, imperecíveis; em vez de procurar a paz do coração, única felicidade real neste mundo, ele se mostra ávido de tudo que o agitará e turbará, e, coisa singular! o homem, como que de intento, cria para si tormentos que está nas suas mãos evitar.
Haverá maiores do que os que derivam da inveja e do ciúme? Para o invejoso e o ciumento, não há repouso; estão perpetuamente febricitantes. O que não têm e os outros possuem lhes causa insônias. Dão-lhes vertigem os êxitos de seus rivais; toda a emulação, para eles, se resume em eclipsar os que lhes estão próximos, toda a alegria em excitar, nos que se lhes assemelham pela insensatez, a raiva do ciúme que os devora. Pobres insensatos, com efeito, que não imaginam sequer que, amanhã talvez, terão de largar todas essas frioleiras cuja cobiça lhes envenena a vida! Não é a eles, decerto, que se aplicam estas palavras: “Bem-aventurados os aflitos, pois que serão consolados”, visto que as suas preocupações não são aquelas que têm no céu as compensações merecidas.
Que de tormentos, ao contrário, se poupa aquele que sabe contentar-se com o que tem, que nota sem inveja o que não possui, que não procura parecer mais do que é. Esse é sempre rico, porquanto, se olha para baixo de si e não para, cima, vê sempre criaturas que têm menos do que ele. É calmo, porque não cria para si necessidades quiméricas. E não será uma felicidade a calma, em meio das tempestades da vida? — Fénelon. (Lião, 1860.)

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. V, item 23.)

 

sábado, 23 de março de 2013

Reflexão



"Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.''

(Mahatma Gandhi)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Caminhando sempre...




Quanto mais nos elevarmos espiritualmente, mais felizes seremos. É difícil, como todas as conquistas importantes das nossas vidas, mas não é impossível. Requer esforço individual.
Ninguém pode acender a nossa luz, somente nós mesmos...

Encanto





"A beleza agrada aos olhos, mas é a doçura das ações que encanta a alma."