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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

CONFÚCIO




Querem que vos ensine o modo de chegar à ciência verdadeira? Aquilo que se sabe, saber que se sabe; aquilo que não se sabe, saber que não se sabe; na verdade é este o saber.
Confúcio

EGO, O FALSO CENTRO


"O primeiro ponto a ser compreendido é o ego.
      Uma criança nasce sem qualquer conhecimento, sem qualquer consciência de seu próprio eu. E quando uma criança nasce, a primeira coisa da qual ela se torna consciente não é ela mesma; a primeira coisa da qual ela se torna consciente é o outro. Isso é natural, porque os olhos se abrem para fora, as mãos tocam os outros, os ouvidos escutam os outros, a língua saboreia a comida e o nariz cheira o exterior. Todos esses sentidos abrem-se para fora. O nascimento é isso.
     Nascimento significa vir a esse mundo: o mundo exterior. Assim, quando uma criança nasce, ela nasce nesse mundo. Ela abre os olhos e vê os outros. O outro significa o tu.
      Ela primeiro se torna consciente da mãe. Então, pouco a pouco, ela se torna consciente de seu próprio corpo. Esse também é o 'outro', também pertence ao mundo. Ela está com fome e passa a sentir o corpo; quando sua necessidade é satisfeita, ela esquece o corpo. É dessa maneira que a criança cresce.
      Primeiro ela se torna consciente do você, do tu, do outro, e então, pouco a pouco, contrastando com você, com tu, ela se torna consciente de si mesma.
      Essa consciência é uma consciência refletida. Ela não está consciente de quem ela é. Ela está simplesmente consciente da mãe e do que ela pensa a seu respeito. Se a mãe sorri, se a mãe aprecia a criança, se diz 'você é bonita', se ela a abraça e a beija, a criança sente-se bem a respeito de si mesma. Assim, um ego começa a nascer. 
      Através da apreciação, do amor, do cuidado, ela sente que é ela boa, ela sente que tem valor, ela sente que tem importância. Um centro está nascendo. Mas esse centro é um centro refletido. Ele não é o ser verdadeiro. A criança não sabe quem ela é; ela simplesmente sabe o que os outros pensa a seu respeito.
      E esse é o ego: o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida, sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é ego. Isso também é um reflexo. 
      Primeiro a mãe. A mãe, no início, significa o mundo. Depois os outros se juntarão à mãe, e o mundo irá crescendo. E quanto mais o mundo cresce, mais complexo o ego se torna, porque muitas opiniões dos outros são refletidas.
      O ego é um fenômeno cumulativo, um subproduto do viver com os outros. Se uma criança vive totalmente sozinha, ela nunca chegará a desenvolver um ego. Mas isso não vai ajudar. Ela permanecerá como um animal. Isso não significa que ela virá a conhecer o seu verdadeiro eu, não. 
      O verdadeiro só pode ser conhecido através do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ele é uma disciplina. O verdadeiro só pode ser conhecido através da ilusão. Você não pode conhecer a verdade diretamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Através desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você. 
      O ego é uma necessidade; é uma necessidade social, é um subproduto social. A sociedade significa tudo o que está ao seu redor, não você, mas tudo aquilo que o rodeia. Tudo, menos você, é a sociedade. E todos refletem. Você irá à escola e o professor refletirá quem você é. Você fará amizade com as outras crianças e elas refletirão quem você é. Pouco a pouco, todos estarão adicionando algo ao seu ego, e todos estarão tentando modificá-lo, de modo que você não se torne um problema para a sociedade. 
      Eles não estão interessados em você. Eles estão interessados na sociedade. A sociedade está interessada nela mesma, e é assim que deveria ser. Eles não estão interessados no fato de que você deveria se tornar um conhecedor de si mesmo. Interessa-lhes que você se torne uma peça eficiente no mecanismo da sociedade. Você deveria ajustar-se ao padrão. 
      Assim, estão interessados em dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Ensinam-lhe a moralidade. Moralidade significa dar-lhe um ego que se ajuste à sociedade. Se você for imoral, você será sempre um desajustado em um lugar ou outro...
      Moralidade significa simplesmente que você deve se ajustar à sociedade. Se a sociedade estiver em guerra, a moralidade muda. Se a sociedade estiver em paz, existe uma moralidade diferente. A moralidade é uma política social. É diplomacia. E toda criança deve ser educada de tal forma que ela se ajuste à sociedade; e isso é tudo, porque a sociedade está interessada em membros eficientes. A sociedade não está interessada no fato de que você deveria chegar ao auto-conhecimento.
      A sociedade cria um ego porque o ego pode ser controlado e manipulado. O eu nunca pode ser controlado e manipulado. Nunca se ouviu dizer que a sociedade estivesse controlando o eu - não é possível.
      E a criança necessita de um centro; a criança está absolutamente inconsciente de seu próprio centro. A sociedade lhe dá um centro e a criança pouco a pouco fica convencida de que esse é o seu centro, o ego dado pela sociedade. 
      Uma criança volta para casa. Se ela foi o primeiro lugar de sua sala, a família inteira fica feliz. Você a abraça e beija; você a coloca sobre os ombros e começa a dançar e diz 'que linda criança! você é um motivo de orgulho para nós.' Você está dando um ego para ela, um ego sutil. E se a criança chega em casa abatida, fracassada, foi um fiasco na sala - ela não passou de ano ou tirou o último lugar, então ninguém a aprecia e a criança se sente rejeitada. Ela tentará com mais afinco na próxima vez, porque o centro se sente abalado. 
      O ego está sempre abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. E é por isso que você está continuamente pedindo atenção. 
      Você obtém dos outros a idéia de quem você é.  Não é uma experiência direta. 
      É dos outros que você obtém a idéia de quem você é. Eles modelam o seu centro. Mas esse centro é falso, enquanto que o centro verdadeiro está dentro de você. O centro verdadeiro não é da conta de ninguém. Ninguém o modela. Você vem com ele. Você nasce com ele. 
      Assim, você tem dois centros. Um centro com o qual você vem, que lhe é dado pela própria existência. Esse é o eu. E o outro centro, que é criado pela sociedade - o ego. Esse é algo falso -  é um grande truque. Através do ego a sociedade está controlando você. Você tem que se comportar de uma certa maneira, porque somente assim a sociedade irá apreciá-lo. Você tem que caminhar de uma certa maneira; você tem que rir de uma certa maneira; você tem que seguir determinadas condutas, uma moralidade, um código. Somente assim a sociedade o apreciará, e se ela não o fizer, o seu ego ficará abalado. E quando o ego fica abalado, você já não sabe onde está, você já não sabe quem você é. 
      Os outros deram-lhe a idéia. E essa idéia é o ego. Tente entendê-lo o mais profundamente possível, porque ele tem que ser jogado fora. E a não ser que você o jogue fora, nunca será capaz de alcançar o eu. Por estar viciado no falso centro, você não pode se mover, e você não pode olhar para o eu. E lembre-se: vai haver um período intermediário, um intervalo, quando o ego estará se despedaçando, quando você não saberá quem você é, quando você não saberá para onde está indo; quando todos os limites se dissolverão. Você estará simplesmente confuso, um caos. 
      Devido a esse caos, você tem medo de perder o ego. Mas tem que ser assim. Temos que passar através do caos antes de atingir o centro verdadeiro. E se você for ousado, o período será curto. Se você for medroso e novamente cair no ego, e novamente começar a ajeitá-lo, então, o período pode ser muito, muito longo; muitas vidas podem ser desperdiçadas...
      Até mesmo o fato de ser infeliz lhe dá a sensação de "eu sou". Afastando-se do que é conhecido, o medo toma conta; você começa sentir medo da escuridão e do caos - porque a sociedade conseguiu clarear uma pequena parte de seu ser... É o mesmo que penetrar numa floresta. Você faz uma pequena clareira, você limpa um pedaço de terra, você faz um cercado, você faz uma pequena cabana; você faz um pequeno jardim, um gramado, e você sente-se bem. Além de sua cerca - a floresta, a selva. Mas aqui dentro tudo está bem: você planejou tudo. 
      Foi assim que aconteceu. A sociedade abriu uma pequena clareira em sua consciência. Ela limpou apenas uma pequena parte completamente, e cercou-a. Tudo está bem ali. Todas as suas universidades estão fazendo isso. Toda a cultura e todo o condicionamento visam apenas limpar uma parte, para que ali você possa se sentir em casa. 
      E então você passa a sentir medo. Além da cerca existe perigo. 
      Além da cerca você é, tal como você é dentro da cerca -  e sua mente consciente é apenas uma parte, um décimo de todo o seu ser. Nove décimos estão aguardando no escuro. E dentro desses nove décimos, em algum lugar, o seu centro verdadeiro está oculto. 
      Precisamos ser ousados, corajosos. Precisamos dar um passo para o desconhecido. 
      Por um certo tempo, todos os limite ficarão perdidos. Por um certo tempo, você vai se sentir atordoado. Por um certo tempo, você vai se sentir muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto. 
      Mas se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. Esse centro é a sua alma, o eu.
      Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos, nasce uma nova ordem. Mas essa não é a ordem da sociedade - essa é a própria ordem da existência. 
      É o que Buda chama de Dhamma, Lao Tzu chama de Tao, Heráclito chama de Logos. Não é feita pelo homem. É a própria ordem da existência. Então, de repente tudo volta a ficar belo, e pela primeira vez, realmente belo, porque as coisas feitas pelo homem não podem ser belas. No máximo você pode esconder a feiúra delas, isso é tudo. Você pode enfeitá-las, mas elas nunca podem ser belas...
      O ego tem uma certa qualidade: a de que ele está morto. Ele é de plástico. E é muito fácil obtê-lo, porque os outros o dão a você. Você não precisa procurar por ele; a busca não é necessária. Por isso, a menos que você se torne um buscador à procura do desconhecido, você ainda não terá se tornado um indivíduo. Você é simplesmente mais um na multidão. Você é apenas uma turba. Se você não tem um centro autêntico, como pode ser um indivíduo?
      O ego não é individual. O ego é um fenômeno social - ele é a sociedade, não é você. Mas ele lhe dá um papel na sociedade, uma posição na sociedade. E se você ficar satisfeito com ele, você perderá toda a oportunidade de encontrar o eu. E por isso você é tão infeliz. Como você pode ser feliz com uma vida de plástico? Como você pode estar em êxtase ser bem-aventurado com uma vida falsa?  E esse ego cria muitos tormentos. O ego é o inferno. Sempre que você estiver sofrendo, tente simplesmente observar e analisar, e você descobrirá que, em algum lugar, o ego é a causa do sofrimento. E o ego segue encontrando motivos para sofrer...
      E assim as pessoas se tornam dependentes, umas das outras. É uma profunda escravidão. O ego tem que ser um escravo. Ele depende dos outros. E somente uma pessoa que não tenha ego é, pela primeira vez, um mestre; ele deixa de ser um escravo.
      Tente entender isso. E comece a procurar o ego - não nos outros, isso não é da sua conta, mas em você. Toda vez que se sentir infeliz, imediatamente feche os olhos e tente descobrir de onde a infelicidade está vindo, e você sempre descobrirá que o falso centro entrou em choque com alguém.
      Você esperava algo e isso não aconteceu. Você espera algo e justamente o contrário aconteceu - seu ego fica estremecido, você fica infeliz. Simplesmente olhe, sempre que estiver infeliz, tente descobrir a razão.
      As causas não estão fora de você.
      A causa básica está dentro de você - mas você sempre olha para fora, você sempre pergunta: 'Quem está me tornando infeliz?' 'Quem está causando a minha raiva?' 'Quem está causando a minha angústia?'
      Se você olhar para fora, você não perceberá. Simplesmente feche os olhos e sempre olhe para dentro. A origem de toda a infelicidade, da raiva e da angústia, está oculta dentro de você, é o seu ego. 
      E se você encontrar a origem, será fácil ir além dela. Se você puder ver que é o seu próprio ego que lhe causa problemas, você vai preferir abandoná-lo - porque ninguém é capaz de carregar a origem da infelicidade, uma vez que a tenha entendido. 
      Mas lembre-se, não há necessidade de abandonar o ego. Você não o pode abandonar. E se você tentar abandoná-lo, simplesmente estará conseguindo um outro ego mais sutil, que diz: 'tornei-me humilde'...
      Todo o caminho em direção ao divino, ao supremo, tem que passar através desse território do ego. O falso tem que ser entendido como falso. A origem da miséria tem que ser entendida como a origem da miséria - então ela simplesmente desaparece. Quando você sabe que ele é o veneno, ele desaparece. Quando você sabe que ele é o fogo, ele desaparece. Quando você sabe que esse é o inferno, ele desaparece. 
      E então você nunca diz: 'eu abandonei o ego'. Você simplesmente irá rir de toda essa história, dessa piada, pois você era o criador de toda essa infelicidade...
      É difícil ver o próprio ego. É muito fácil ver o ego nos outros. Mas esse não é o ponto, você não os pode ajudar.
      Tente ver o seu próprio ego. Simplesmente o observe.
      Não tenha pressa em abandoná-lo, simplesmente o observe. Quanto mais você observa, mais capaz você se torna. De repente, um dia, você simplesmente percebe que ele desapareceu. E quando ele desaparece por si mesmo, somente então ele realmente desaparece. Porque não existe outra maneira. Você não pode abandoná-lo antes do tempo. Ele cai exatamente como uma folha seca.
      Quando você tiver amadurecido através da compreensão, da consciência, e tiver sentido com totalidade que o ego é a causa de toda a sua infelicidade, um dia você simplesmente vê a folha seca caindo... e então o verdadeiro centro surge.
      E esse centro verdadeiro é a alma, o eu, o deus, a verdade, ou como quiser chamá-lo. Você pode lhe dar qualquer nome, aquele que preferir."
                                                                      OSHO, Além das Fronteiras da Mente.

Copyright © 2006 OSHO INTERNATIONAL FOUNDATION, Suiça.
Todos os direitos reservados.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Reiki



Reiki é estar em harmonia com tudo que há de melhor no Universo.

http://reikiterapia.wordpress.com/sobre/

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A mente é criativa!


"Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos surpreendemos quando elas acontecem. Vigie bem suas idéias e observe como elas criam sua vida. 

Alguém pensa que é um fracasso, que não vai fazer nada na vida. Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque sua idéia está criando a sua realidade. Quanto mais ela achar que não está conseguindo nada, quanto mais essa idéia for reforçada pelo feedback, mais ela achará que está se tornando um fracasso. Cria-se um círculo vicioso.

Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido; quem pensa em ficar rico, enriquece; quem pensa que não vai enriquecer, permanece pobre. Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.

Se um homem pensa que jamais encontrará um amigo, ele não encontrará. Ergueu em torno de si a Muralha da China; não está disponível. Ele precisa provar que sua idéia está certa, lembre-se, mesmo que alguém se aproxime com grande cordialidade, será rejeitado. Ele precisa provar sua idéia; está muito comprometido com ela. Não irá se desviar dessa idéia, porque ela é uma parte importante de seu ego. Ele precisa provar ao mundo que tinha razão, que ninguém pode ser seu amigo, que todos são inimigos. E pouco a pouco todos se tornarão seus inimigos.

Observe a sua mente. Você está constantemente criando sua vida, está constantemente fabricando sua vida". Osho, Vá Com Calma.

domingo, 13 de julho de 2014

Energia Sexual


A energia sexual desempenha um papel importantíssimo no nosso bem-estar mental, emocional e físico. E para as pessoas empenhadas em seguir um caminho espiritual, a compreensão do que significa energia sexual e o ato de fazer amor é mais preciosa ainda, pois eles são recursos de que dispomos para elevar nossa consciência e avançar para níveis mais altos de energia.

Se estamos com alguém que amamos, o ato de fazer amor e o orgasmo provocam uma expansão de energia nos nossos campos energéticos e a energia sexual se funde com a energia mais profunda do amor. Essas duas energias se tornam então uma só energia, poderosa, criativa, transformadora, que pode operar a cura, a renovação e, se for conduzida até um nível suficientemente elevado, o que alguns chamam de “milagres”.


Mas o que acontece quando usamos a força vital e a energia sexual num relacionamento íntimo em que não existe amor?Simplesmente os nossos centros de energia ficam bloqueados e a energia “não flui”. Isso acontece porque a intimidade sexual, quando não existe amor, cria o que poderia ser descrito como “impressões negativas” nos nossos centros de energia,bloqueando o movimento e o fluxo energético.

Essas impressões negativas e os bloqueios podem ser sentidos energeticamente e alterar as nossas atitudes e os nossos comportamentos. Elas podem nos fazer sentir “travados” sexualmente causando em nós uma perda de vitalidade sexual ou então podem disparar um anseio compulsivo por sexo, num esforço inconsciente para desbloquear as energias sexuais.

Se as nossas energias sexuais não estão ligadas ao amor, elas podem como células cancerígenas, adquirir “vida própria” e acabar nos afastando do amor. E em nossas tentativas de satisfazer nossos impulsos sexuais, acabamos ferindo a nós mesmos e a outras pessoas. Atos meramente sexuais nunca são inofensivos. As energias sexuais são forças poderosas!

Quando utilizadas com amor, elas promovem a nossa expansão como seres humanos. Quando usadas sem amor, elas causam o acúmulo de impressões e energias “escuras” e negativas na nossa aura, que nos mantêm em níveis baixos de percepção, ofuscam a nossa perspectiva mental e só criam obstáculos à nossa experiência da felicidade. Esse é um preço muito alto a pagar por um prazer momentâneo.

Outro efeito da troca de energias sexuais sem amor é o que poderia ser descrito como “buracos ou perfurações” no campo energético dos parceiros. Sem a energia vital do amor, a troca de energias cria lacunas que enfraquecem a aura. Quando, ao contrário, o amor está presente, a mistura ou fusão das energias fortalece o campo energético, porque, nesse caso, mais amor e mais energia são produzidos no ato de fazer amor.

Isso é igualmente verdadeiro para casais casados e não-casados. Não se trata aqui de uma questão moral. Pessoas casadas que não se amam e fazem sexo estão causando prejuízos uma a outra da mesma maneira que casais não casados, quando se entregam ao sexo sem amor.

Quando existe intimidade sexual entre duas pessoas, ocorrem as trocas de energia entre elas. Quando temos intimidade sexual, nós, por habito, nos abrimos energeticamente de uma maneira muito profunda, que permite a cada parceiro carregar a energia do outro. Desse modo, quando somos sexualmente íntimos a alguém, carregamos a “vibração energética” do campo e dos centros de energia da outra pessoa.

Essa vibração inclui, num grau maior ou menor, os pensamentos e emoções do parceiro, que podem ser positivos ou negativos.Por exemplo, se estamos zangados ou tristes, a vibração de nossa raiva ou de nossa tristeza pode ser transferida para o nosso parceiro sexual juntamente com a troca de outras energias, e o parceiro receptor irá adquirir essa energia de raiva ou tristeza.

O grau em que somos afetados pela energia do parceiro depende da força de nosso próprio campo energético e da intensidade vibracional dos pensamentos e emoções do parceiro.Às vezes, depois de fazer amor com alguém que não amamos, sentimos como se estivéssemos carregando alguma coisa “suja” ou que na realidade não é nossa. Podemos até sentir a necessidade de tomar banho – uma experiência de purificação ritual – para nos livrar dessa sensação.

Por outro lado, quando a experiência é de amor, cada parceiro se sente banhado na energia do amor e no brilho remanescente do ato de fazer amor, e quer conservar esses sentimentos durante o máximo de tempo possível. Os parceiros geralmente carregam as energias um do outro por seis meses ou mais. Na verdade, eles podem carregar essas energias indefinidamente, a menos que se limpem e se libertem delas.

Visualizações, orações, rituais podem ser utilizados, isolada ou conjuntamente, para este propósito. Pessoas sexualmente ativas, portanto, transferem suas próprias energias e a de todos parceiros anteriores e atuais a qualquer novo parceiro. Essa é uma das razões porque elas perdem o senso de identidade.

Quanto mais carregamos as energias de outras pessoas, menos sentimos as energias que são especificamente nossas. Nós também extraímos e carregamos aspectos da personalidade do parceiro, pois as energias que são trocadas carregam a vibração das emoções, dos pensamentos e das experiências das pessoas.

Em outras palavras, nós começamos a sentir a vibração da energia das pessoas como nossa própria energia. Quando isso acontece, também ficamos mais suscetíveis à força e personalidade dessa pessoa, particularmente se ela tiver um campo de energia mais forte do que o nosso. Portanto, cada vez que temos relações sexuais com alguém, estamos criando conseqüências douradoras que nós nunca tínhamos imaginado para nós mesmos e para as outras pessoas.



As pessoas nunca aprenderam, com os pais, a escola ou quem quer que seja, que a energia sexual é uma força poderosa que deveríamos usar apenas para manifestar mais plenamente a vida em nós e expandir os nossos campos de energia. Portanto “como” e “com quem” nós usamos essas energias estão entre as decisões mais importantes que podemos tomar na vida.

Compilado do livro: Sexo: Verdadeiro ou Falso?
De Michelle Rios Rice Hennelly e R. Keven Hennelly

Compartilhado do Blog: http://www.harmoniaespiritual.com.br/


sexta-feira, 11 de julho de 2014

A Lei da Atração


A Lei de Atração diz que somente podemos atrair o mesmo tipo de energia que estamos transmitindo, está baseada no princípio físico-quântico que diz que tudo (incluindo a cada pessoa) possui este poder de atração. De fato, o Universo está cheio de vibrações que os cientistas chamam anéis de energia. Esta energia se move dentro, e ao nosso redor literalmente todo o tempo, tomemos conhecimento ou não, cada um de nós forma parte de um vasto intercâmbio e expansão desta força que toma lugar no Universo cada dia a cada momento.
Nossa energia pessoal se move para fora, desde nosso interior, e se conecta com outras de igual ressonância, determinando o que e a quem atraímos na vida.
Cada um de nós somos como uma pequena estação de rádio, constantemente transmitindo sinais acerca de nós mesmos e de nossa vida. As pessoas e situações que combinam com esses sinais são as que compartilharão conosco e estarão em nossas vidas. Em realidade, o que chamamos química, seja a nível romântico ou profissional, não é mais do que uma ressonância, são sinais que combinam e vibrações pessoais. Desse modo, se estás atrás do êxito, é muito importante compreender como tua energia é criada, e o que estás transmitindo acerca de ti agora mesmo.
Na era vitoriana, cartas eram usadas para anunciar a chegada de um visitante ou amigo. Cartas de apresentação eram enviadas de antemão para “preparar” o caminho e ajudar a alguém novo a integrar-se na sociedade. Isto era um processo formal, no qual deixava saber ao destinatário que aquele que a portava era muito bem visto.
Tua ressonância pessoal mais ou menos faz o mesmo. Muito antes que tu chegues a experimentar algo em tua vida, tua energia envia mensagem acerca de ti às pessoas com as quais estás interagindo. Te anuncia a todo o mundo, revelando essa parte de ti com a qual os outros se sentem relacionados em nível inconsciente: a natureza de tua energia. De modo que se não gostas da sociedade ou circunstâncias que tens atraído até agora, ou se tens dificuldades em alcançar o êxito que buscas, tens que mudar o que pões em tua carta energética.
Já que esta freqüência é algo que tu mesmo produzes, afortunadamente é algo que podes mudar. Uma vez que encontres que o que é que produz tua ressonância vibratória, podes agir para melhorar tua freqüência magnética e mudar tudo o que atrais.
Há três grandes maneiras como tua ressonância pessoal é criada.
1. através de energia emocional, ou seja, as vibrações de teus sentimentos.
2. através de tua energia cognitiva, ou seja as vibrações de teus pensamentos.
3. através de tua energia física, ou seja as vibrações de teu corpo.
Tua ressonância emocional é a expressão mais poderosa de ti mesmo. Os sentimentos que sentes diariamente transmitem altos e claros sinais acerca de quem és e o que esperas do mundo. Se és um medroso crônico, por exemplo, então é o que projetas e atrairás somente mais e mais situações que te causarão temor. Se o mau humor é o que predomina, estás enviando sinais de que esperas hostilidade, e é exatamente o que conseguirás.
Porém se optas por uma atitude mais tranquila e feliz, transmites a mensagem de que o que esperas é que o mundo seja um lugar cheio de alegria, e tanto tua energia como tuas expectativas atrairão mais disso a tua vida. Se tens sentimentos de paz e segurança acerca de ti mesmo, então estes enviam uma vibração magnética, que atrairão pessoas e experiências que trarão consigo um sentimento de serenidade ainda mais profunda a tua vida. Isto é tua realidade de ressonância: o que envias até o exterior certamente regressará a ti.
Teus sentimentos predominantes energizam a criação de teu destino por virtude de sua poderosa presença em teu coração e em tua mente. Quanto mais carregadas sejam tuas experiências, emocionalmente falando, mais poder gerará. Por esta razão, uma mudança para sentimentos mais positivos é um requerimento básico da Lei de Atração. É uma verdade energética que a qualidade de tua vida emocional determina o calibre de tua vida em geral. Nisto a lei é estrita: o Universo retornará tua própria alegria, amor e felicidade até ti; do mesmo modo que retornará teus medos, aborrecimentos e infelicidades.
Porém, de onde vêm as emoções? Qual é a fonte desta poderosa energia na qual te encontras todo o tempo? Atrás de cada experiência emocional há uma fonte estimulante. Seja sentimento de irritação ou amor, miséria ou alegria, depressão ou entusiasmo, chateação ou sabedoria, cada flor ou espinho do sentimento tem uma semente de origem – e esta semente é o pensamento.
A segunda maneira em que projetas tua energia até o mundo é através de teu poder cognitivo. Teus pensamentos raras vezes se detém, de modo que estão constantemente agitando mensagens vibratórios em teu campo energético. E como são também a fonte de tua energia emocional, então são duplamente importantes em tua mudança até o êxito.
Pensamentos de confiança atraem sentimentos de esperança, enquanto que pensamentos de incompetência atraem sentimentos de desesperança. O que é que atrairia resultados maravilhosos até ti? Os resultados positivos que buscas só podem vir de emoções de paz e pensamentos positivos.
Se és como a maioria das pessoas, o processo de pensar aparecerá um fato que se produz ao acaso e de maneira espontânea, algo que simplesmente experimentas, em vez de decidir. Quem sabe nunca te ensinaram a pensar positivamente, ou quiçá a direção que toma tua mente depende da situação em que te encontres ou das pessoas que estejam contigo. Uma coisa é segura: se percebes que tua vida está querendo algo mais, então o Universo está te dizendo que tomes controle de teus pensamentos!.



Trecho do Livro Êxito Quântico, de Sandra Anne Taylor
Fonte: http://www.acasadoaprendiz.com.br/

quinta-feira, 3 de julho de 2014

(In)Utilidades


A utilidade é uma coisa muito cansativa. Você ter utilidade pra alguém é uma coisa muito cansativa. Está certo, realiza, humanamente falando é interessante você saber fazer as coisas, mas eu acredito que a utilidade é um território muito perigoso. Porque muitas vezes a gente acha que outro gosta da gente, mas não, ele tá é interessado é naquilo que a gente faz por ele.
A velhice é este tempo em que passa a utilidade e aí fica só o seu significado como pessoa. Pois nesse tempo temos a oportunidade de saber quem nos ama de verdade, pois só vai ficar do nosso lado até o fim aquele que, depois da nossa "utilidade", descobrir o nosso significado.
Se quer saber se uma pessoa te ama de verdade, é só identificar se ela seria capaz de tolerar a sua inutilidade. Quer saber se você ama alguém de verdade? Pergunte a si mesmo: "Quem nesta vida pode ficar 'inútil' para mim, sem que eu sinta o desejo de jogá-lo fora?"
Só o amor nos dá condição de cuidar do outro até fim. Feliz aquele que tem, ao final da vida, a graça de ser olhado nos olhos e ouvir a fala que diz: "Você 'não serve para nada', mas eu não sei viver sem voce.

Texto de Pe. Fábio de Melo

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Nem cedo... nem tarde


Nem cedo, nem tarde.
O presente é hoje.
O passado está no arquivo.
O futuro é uma indagação.
Faze hoje mesmo o bem a que te determinaste.
Se tens alguma dádiva a fazer, entrega isso agora.
Se desejas apagar um erro que cometeste, consciente ou inconscientemente, procura sanar essa falha sem delongas.

Caso te sintas na obrigação de escrever uma carta, não relegues semelhante dever ao esquecimento. 

Na hipótese de idealizares algum trabalho de utilidade geral, não retardes o teu esforço para trazê-lo à realização. 

Se alguém te ofendeu, desculpa e esquece, para que não sigas adiante carregando sombras no coração. 

Auxilia aos outros, enquanto os dias te favorecem. 

Faze o bem agora, pois, na maioria dos casos, “depois” significa “fora de tempo”, ou tarde demais.

Emmanuel - (Mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier. Do livro “Hora Certa"- Edição GEEM)
http://www.geem.org.br/